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Edição nº 18·Segurança Pública

A Bahia Entre Muros e Medos

O Desafio de Humanizar o Desenvolvimento e Reconstruir a Cultura de Paz

Por Ricardo Justo·Domingo, 28 de junho de 2026·14 min de leitura
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A Bahia vive uma contradição histórica: amplia investimentos em infraestrutura e educação, mas ainda convive com o medo cotidiano, a erosão do pertencimento social e o desafio de reconstruir uma Cultura de Paz.

INTRODUÇÃO

A educação baiana viveu um momento histórico no sábado (24/6), em Maracás, no sudoeste do Estado da Bahia. Ao inaugurar o “Colégio Estadual de Tempo Integral Iracy Marlene da Hora Passos”, o governador Jerônimo Rodrigues alcançou, em três anos de sua gestão, a marca simbólica e transformadora da 100ª escola de tempo integral com obras iniciadas e concluídas.1

A nova estrutura educacional conta com 24 salas de aula, biblioteca, setor administrativo, três laboratórios, sala de atendimento educacional especializado, restaurante estudantil e teatro. A estrutura inclui ainda campo de futebol society com pista de atletismo, vestiários, quadra poliesportiva coberta com arquibancada, guarita, subestação elétrica e 26 banheiros, compondo um complexo educacional voltado à permanência integral dos estudantes.2

O ato reafirma o compromisso do Governador Jerônimo Rodrigues com o futuro de milhares de estudantes e com a valorização da escola pública como instrumento de mudança de vidas, simbolizando aquilo que gestores públicos costumam chamar de avanço institucional.

Milhões de reais investidos, concreto erguido, indicadores administrativos apresentados como demonstração inequívoca de progresso. Entretanto, a população que vive no entorno de muitas escolas observa diariamente uma paisagem que sintetiza uma das maiores contradições do nosso tempo.

Tal contradição coloca uma pergunta silenciosa que as estatísticas oficiais não conseguem responder: “Por que, mesmo vivendo diante de um dos símbolos contemporâneos do desenvolvimento estatal, muitos hesitam em sair de casa por medo da violência?”

Essa pergunta revela um problema estrutural que atravessa a Bahia em 2026. O Estado avança em infraestrutura, amplia investimentos públicos, inaugura equipamentos modernos, mas continua sendo reiteradamente apontado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, por meio do Atlas da Violência, como um dos territórios mais desafiados pelo crescimento dos índices de criminalidade.3

A ciência política sempre nos alertou que desenvolvimento não pode ser confundido com simples expansão material. Ou seja, desenvolvimento significa expansão das liberdades substantivas. Não basta construir prédios. É preciso construir condições reais para que as pessoas possam viver plenamente.

A Bahia vive hoje exatamente essa encruzilhada histórica.

Aconteceu, o JUSTAMENTE NEWS explica!

Boa leitura!

Comunidade escolar, famílias e agentes públicos no entorno da escola em Maracás.
Comunidade escolar, famílias e agentes públicos no entorno da escola em Maracás.

1. O ESTADO CONSTRÓI PAREDES, MAS CIDADANIA EXIGE PERTENCIMENTO SOCIAL

O Trabalhismo brasileiro sempre compreendeu que o desenvolvimento humano não se resume à infraestrutura física. Leonel Brizola defendia a escola pública como núcleo central de emancipação cidadã. Sua visão, materializada nos CIEPs idealizados em parceria com Darcy Ribeiro, partia de uma premissa simples e profunda: educação integral significa formar integralmente o ser humano.

Darcy Ribeiro (1977) afirmava que “a crise educacional do Brasil da qual tanto se fala não é uma crise, é um programa. Um programa em curso, cujos frutos, amanhã, falarão por si mesmos”. Com essa frase, Darcy denunciava a precarização do ensino público, a desvalorização docente e a exclusão escolar, as quais não são falhas acidentais, mas sim decisões políticas deliberadas.

A frase de Darcy Ribeiro continua atual. Construir escolas modernas é importante, mas edifícios educacionais não produzem cidadania automaticamente. Quando a escola permanece desconectada da realidade social do território em que está inserida, cria-se aquilo que o sociólogo Émile Durkheim (2012) denominou de “anomia social”, a ruptura dos vínculos normativos que mantêm a coesão coletiva.

Em outras palavras, o Estado pode entregar estruturas físicas de excelência, mas se o ambiente comunitário permanece tomado pelo medo, a promessa civilizatória da educação permanece incompleta. A escola precisa ser mais que arquitetura pública. Precisa tornar-se território produtor de convivência.

2. A CULTURA DE PAZ COMO POLÍTICA PÚBLICA E TECNOLOGIA SOCIAL DE TRANSFORMAÇÃO

Roda de conversa e escuta coletiva como prática de prevenção e reconstrução de vínculos.
Roda de conversa e escuta coletiva como prática de prevenção e reconstrução de vínculos.

Grande parte do debate sobre segurança pública no Brasil continua excessivamente concentrada na lógica repressiva. Viaturas, policiamento ostensivo, endurecimento penal e aumento de aparato coercitivo costumam dominar o imaginário institucional. Entretanto, a ciência política contemporânea demonstra que segurança duradoura depende sobretudo da capacidade de prevenção social.

A filósofa judia alemã, Hannah Arendt (2010), ensinou que o poder genuíno nasce da ação coletiva organizada, enquanto a violência frequentemente surge justamente onde o poder legítimo fracassou. Essa reflexão precisa orientar nossa compreensão sobre a Bahia atual.

Quando defendemos a implementação do “Manual de Gestão de Conflitos para a Comunidade Escolar”, estamos tratando da construção de uma tecnologia social preventiva capaz de transformar mentalidades e produzir novos padrões culturais de convivência.

A UNESCO define Cultura de Paz como o conjunto de valores, atitudes e comportamentos orientados pela rejeição da violência e pela prevenção dos conflitos mediante diálogo e cooperação. Essa é uma visão de mundo que substitui o paradigma da força e da imposição por um modelo focado na prevenção e na resolução não violenta de disputas.4

Tendo como base o respeito aos direitos humanos, a justiça social e o desenvolvimento sustentável, a Cultura de Paz inspira valores, tradições e as culturas autóctones para a permanente busca do caminho para a prosperidade e a paz entre os povos.

A educação integral precisa incorporar essa dimensão. Uma escola que ensina gestão de conflitos protege seus alunos, reduz vulnerabilidades sociais e influencia positivamente toda a comunidade do seu entorno. Educar para a paz é governar antes que o conflito se transforme em tragédia.

3. FÉ, CAPITAL SOCIAL E A RECONSTRUÇÃO COMUNITÁRIA DA SEGURANÇA COLETIVA

Entre muros, medo e isolamento: o desenvolvimento precisa alcançar a vida cotidiana.
Entre muros, medo e isolamento: o desenvolvimento precisa alcançar a vida cotidiana.

O debate contemporâneo sobre a segurança pública tem demonstrado, de forma cada vez mais evidente, que a questão da violência, em todas as suas formas e práticas, não pode ser enfrentada exclusivamente por mecanismos repressivos do Estado.

A experiência brasileira revela que políticas centradas apenas no aparato policial, desarticuladas das dinâmicas comunitárias, tendem a produzir respostas limitadas diante de fenômenos complexos como criminalidade organizada, vulnerabilidade juvenil, desestruturação familiar e erosão dos vínculos de pertencimento social.

Nesse cenário, a construção da segurança coletiva exige compreender o papel estratégico do capital social e das instituições capazes de fortalecer laços comunitários, sendo a Igreja um dos atores historicamente mais relevantes nesse processo.

Vários autores argumentam que a cidadania participativa constitui elemento essencial para a formulação de políticas públicas mais eficazes, especialmente quando comunidades locais passam a ocupar espaços concretos de diálogo institucional, como os conselhos comunitários de segurança.5

Nessa perspectiva, a presença de lideranças religiosas em tais ambientes amplia a capacidade de articulação entre Estado e sociedade civil, fortalecendo relações baseadas na confiança, na cooperação e na corresponsabilidade coletiva. Em outras palavras, a segurança deixa de ser compreendida apenas como monopólio estatal e passa a ser entendida como construção social compartilhada.

Essa reflexão torna-se ainda mais relevante quando observamos a realidade das periferias urbanas da Bahia, onde as instituições religiosas não atuam de maneira isolada ou com exclusividade no campo espiritual, construindo redes de atuação que dialogam simultaneamente com assistência social, educação, saúde comunitária, comunicação e prevenção da violência.

Essa capacidade adaptativa faz com que, em muitos territórios vulnerabilizados, especialmente aqueles marcados pela ausência histórica do poder público, a Igreja se transforme em uma das poucas instituições com presença contínua e legitimidade social efetiva.

Por um lado, faz-se necessário levar em consideração que a segurança pública deve ser pensada de forma transdisciplinar, integrando e, ao mesmo tempo, articulando políticas institucionais com iniciativas locais capazes de atuar diretamente no cotidiano das comunidades.

Torna-se fundamental perceber que a Igreja emerge como um ator estratégico por sua capacidade singular de construir vínculos de confiança, mediar conflitos e oferecer alternativas simbólicas e sociais em ambientes frequentemente capturados pela lógica da violência.

Por outro lado, a influência religiosa sobre o debate público da segurança também carrega tensões importantes, com diferentes segmentos religiosos disputando narrativas sobre crime, punição e justiça, ora reforçando perspectivas fortemente punitivistas, ora defendendo abordagens mais orientadas pela ressocialização e pela recuperação humana.

Essa disputa pelo imaginário coletivo revela que a questão da segurança pública não é apenas um problema operacional do Estado, mas também um campo de construção cultural e moral, no qual valores coletivos influenciam diretamente a formulação das políticas públicas e a própria percepção social sobre justiça.

No campo simbólico, as instituições religiosas podem exercer papel decisivo não apenas na promoção de valores éticos, mas também na mediação preventiva de conflitos, na reconstrução do tecido comunitário e na formação de uma Cultura de Paz sustentada por vínculos de solidariedade.

As comunidades religiosas, em muitos casos, viabilizam processos concretos de ressignificação identitária, reconstrução moral e reinserção social, fatores que impactam diretamente a redução da reincidência criminal. Quando a sociedade oferece caminhos reais de reconstrução humana, rompe-se parcialmente o ciclo que transforma exclusão em violência e violência em exclusão.

Todavia, quando comunidades religiosas, a despeito de suas especificações teológicas e doutrinárias, passam a substituir estruturalmente políticas públicas ausentes, corre-se o risco de consolidar relações de dependência institucional e enfraquecer a universalidade dos direitos sociais.

A grande lição que emerge dessa reflexão é simples, mas com uma dimensão tremendamente profunda: sociedades seguras não são construídas apenas com policiamento, prisões ou aumento da repressão penal. O verdadeiro sentimento de segurança nasce onde existem vínculos sociais fortes, pertencimento comunitário, confiança mútua e instituições capazes de restaurar esperança coletiva.

Na Bahia, estado marcado historicamente por profundas desigualdades sociais e pelo crescimento persistente da violência, humanizar o desenvolvimento econômico e social significa compreender que reconstruir a Cultura de Paz passa necessariamente por fortalecer comunidades, gerar capital social e reconhecer que a fé, quando articulada ao bem comum, pode se transformar em uma poderosa ferramenta de reconstrução da segurança coletiva.

Em termos políticos, talvez este seja um dos grandes desafios do nosso tempo: compreender que a paz não se decreta por força institucional. A paz se constrói socialmente, no cotidiano das relações humanas, quando Estado, comunidade e sociedade civil aprendem novamente a caminhar juntos.

As comunidades religiosas preenchem lacunas deixadas pelo Estado na assistência a populações vulneráveis, promovendo integração comunitária e reduzindo a anomia social através de valores compartilhados. Por exemplo, quando uma pessoa idosa sente medo de circular pelas ruas, muitas vezes resta apenas um espaço em que ainda existe sensação concreta de acolhimento: a igreja.

Essa realidade encontra respaldo sociológico importante. Robert D. Putnam (2006) demonstrou que sociedades com elevado capital social desenvolvem maiores níveis de confiança mútua, cooperação e estabilidade institucional. A sua força não reside apenas em sua riqueza material, mas nas redes de relações interpessoais e cívicas.

Comunidades com alta densidade de “Capital Social” exigem maior responsabilidade dos governantes. Instituições democráticas tornam-se mais eficientes, transparentes e responsivas, promovendo um ambiente de bem-estar geral e desenvolvimento, especialmente em territórios periféricos e pequenos municípios.

Regiões com maior tradição associativa (clubes, associações, comunidades religiosas e sociedades benemerentes) apresentavam governos locais e economias significativamente mais funcionais em comparação às regiões onde o isolamento social e a desconfiança são predominantes. Essa percepção jamais foi estranha ao Trabalhismo histórico.

Getúlio Vargas manteve interlocução constante com a Igreja Católica na formulação do pacto social brasileiro. A partir de 1930, Vargas reverteu suas posições anticlericais da juventude e construiu uma aliança estratégica com a Igreja Católica. O clero forneceu legitimação moral e apoio de massas para os seus projetos de centralização do poder e reforma social.6

João Goulart buscou fundamentação nas encíclicas sociais da Igreja para sustentar suas reformas estruturais. Esse esforço focou principalmente na encíclica Mater et Magistra (1961), lançada pelo Papa João XXIII, que defendia a justiça social e intervenções para reduzir desigualdades.7

A criação das escolas de tempo integral (os CIEPs ou "Brizoletas") e o combate à fome no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro refletem o forte compromisso social de Leonel Brizola. Historiadores e pesquisadores apontam que essa dedicação foi significativamente impulsionada pela sua base formativa na tradição metodista.

A trajetória de Leonel Brizola foi profundamente marcada por suas origens humildes e por ter concluído o primário em um colégio interno metodista, onde absorveu valores humanistas e cristãos. Essa formação instigou seu lema "nenhuma criança sem escola", que norteou sua carreira política na erradicação do analfabetismo e na construção de um sistema de ensino público universal.8

Como observou o sociólogo Jürgen Habermas (2007), as sociedades democráticas não podem ignorar o potencial ético presente nas tradições religiosas enquanto fonte legítima de solidariedade pública. Se a escola forma a mente e o Estado organiza o corpo institucional, a fé continua oferecendo sentido moral à alma coletiva.

O espírito público de Leonel Brizola não se restringe apenas à política, mas também ao impacto duradouro de suas políticas educacionais, persistindo em cada escola que ele construiu e em cada vida que ele transformou. É precisamente nesse encontro que nasce o verdadeiro “Pacto pela Vida”.

Praça, juventude e convivência: a paz também se constrói no espaço público.
Praça, juventude e convivência: a paz também se constrói no espaço público.

CONCLUSÃO

O FUTURO DA BAHIA EXIGE MAIS DO QUE OBRAS, EXIGE RECONSTRUÇÃO CIVILIZATÓRIA

A Bahia vive uma contradição histórica evidente. De um lado, vemos investimentos robustos em infraestrutura pública, escolas modernas, equipamentos urbanos e avanços institucionais importantes. De outro, convivemos com comunidades inteiras submetidas ao medo cotidiano, idosos isolados, praças esvaziadas e famílias progressivamente afastadas da experiência comunitária que sustenta a vida social.

Não existe política pública capaz de enfrentar essa realidade se continuarmos tratando segurança apenas como resposta policial. O desafio do nosso tempo exige um novo paradigma capaz de unir infraestrutura pública, educação integrativa transformadora, instituições religiosas correspondentes, participação comunitária e políticas permanentes de Cultura de Paz.

Aquilo que chamo de “Alinhamento da Esperança” nasce exatamente dessa convicção. Levantar tijolos é necessário, mas levantar consciências é indispensável. Segurança pública não se produz apenas com decretos, estatísticas ou modelagens administrativas. Ela nasce quando uma comunidade volta a confiar em si mesma.

O povo baiano não quer continuar sendo conhecido pelos rankings da violência. Quer voltar a ocupar suas praças, caminhar com liberdade, ver seus jovens estudando, seus trabalhadores vivendo com dignidade e seus idosos, como Dona Edna, podendo novamente caminhar até sua igreja sem medo.

Talvez o grande projeto político do nosso tempo seja exatamente este: construir não apenas escolas, mas uma nova arquitetura da convivência humana. Como ensina o antigo canto comunitário, composto pelo querido professor Ernesto Cardoso, de saudosa memória, que atravessa gerações:

Trata-se do hino “Momento Novo” (1982), de Ernesto Barros Cardoso, em homenagem a Ernesto Cardoso.

Ouça o hino aqui

Ao olhar para o futuro, a Bahia precisa viver um verdadeiro “Momento Novo”, um tempo histórico em que o desenvolvimento econômico não seja medido apenas por obras, números fiscais ou indicadores econômicos, mas sobretudo pela capacidade de reconstruir esperança coletiva e fazer o Estado voltar a caminhar lado a lado com o seu povo.

Nesse horizonte, o compromisso do governador Jerônimo Rodrigues com o futuro de milhares de estudantes, ao priorizar investimentos na educação e reafirmar a escola pública como instrumento concreto de transformação social, representa mais do que uma agenda administrativa.

Esse comprometimento simboliza aquilo que a literatura da gestão pública contemporânea compreende como avanço institucional, isto é, a capacidade do Estado de fortalecer estruturas permanentes que ampliam cidadania, reduzem desigualdades e criam oportunidades intergeracionais.

A educação tem um papel central na prevenção da violência, não se limitando apenas ao ambiente escolar, mas abrangendo também o contexto doméstico e comunitário, promovendo uma conscientização abrangente que pode efetivamente reduzir as incidências de violência.

Uma sociedade que educa com qualidade previne violências futuras, porque cada escola fortalecida significa menos muros erguidos pelo medo e mais caminhos abertos pela dignidade. Afinal, viver uma vida livre de violências é um direito de todos.

A Bahia do futuro não será construída apenas com políticas de contenção da violência, mas com decisões corajosas que compreendam uma verdade elementar da experiência humana e política: quando o Estado investe nas pessoas, especialmente por meio da educação, semeia a Cultura de Paz, reconstrói pertencimento coletivo e reafirma que desenvolvimento verdadeiro só existe quando ninguém fica para trás.

Referências


Obras citadas

ARENDT, Hannah. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.

CARVALHO NETO, Joviniano Soares de. Religião, ética social e cidadania. Salvador: EDUFBA, 2011.

DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

FONSECA, Suzana Carielo da. O envelhecimento ativo e seus fundamentos. 1ª ed. São Paulo: Portal Edições, 2016.

HABERMAS, Jürgen. Entre naturalismo e religião. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2007.

PUTNAM, Robert D. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 2006.

RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. Conferência apresentada na 29. Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), São Paulo, 1977.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Global Editora, 2015.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

UNESCO. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz. Paris: UNESCO, 1999.

Fontes e referências online

  1. Governo do Estado alcança marca histórica com entrega da 100ª escola de tempo integral em Maracás | CASA CIVIL. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  2. Governador Jerônimo entrega 100ª escola de tempo integral em Maracás e consolida expansão histórica da rede estadual da Bahia. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  3. Atlas da Violência — Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  4. Documentos e Recursos sobre a Cultura de Paz | Biennale of Luanda 2021. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  5. O papel da igreja na segurança pública: uma análise das práticas sociais e comunitárias | Revista FT. Acesso em: 25 de jun. 2026.
  6. Getúlio Vargas — FGV/CPDOC. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  7. Reformas de Base — FGV/CPDOC. Acesso em: 23 de jun. 2026.
  8. 20 anos sem Brizola: político deixou legado para a luta democrática e em defesa da educação. Acesso em: 23 de jun. 2026.

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Sobre o autor

Ricardo Justo

Articulista do JUSTAMENTE NEWS. Análises sobre políticas públicas, Cultura de Paz e desenvolvimento humano na Bahia.